Noites raianas. Singulares, cristalinas, mágicas, sempre loucas.
Nos sulcos dos carvalhos floresce um outono erótico, grávido de luas brancas de infinito.
Por osmose, reparte-se com o vinho as últimas sementes de uma inocência imperfeita.
Não, procuro mais. Em alguma parte estarei à minha espera.
Vem comigo.
domingo, 2 de maio de 2010
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