domingo, 2 de maio de 2010

Velhos raianos

São os primeiros raios de luz, são segredos e trazem amoras. Estalam nos dentes palavras de centelha estival que nos levam presos até ao mar. De face esculpida na alpinez dos granitos sorriem, no momento exacto do voo de pássaro. Diluídos no limiar das vistas sabem afagar as fontes, em loa de carinho universal. Estão no epinício dos sonhos e num murmúrio cantado fogem sempre à exaltação dos nossos dias.
Gosto dela assim... dessa gente!

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